Cultura - Di Cavalcanti no Centro Cultural Light, RJ, 2002
A Light S/A - companhia de eletricidade do Rio de Janeiro - acabava de recuperar quatro painéis de Di Cavalcanti, pintados em 1952, sob encomenda do jornalista Samuel Wainer, que naquele ano comemorava o primeiro aniversário de seu jornal, A Última Hora. Esquecidos por três décadas nos escritórios da companhia, em fevereiro de 2002 seriam apresentados ao público e ganhariam um espaço permanente, no Centro Cultural Light.
A Prima Press foi contratada em janeiro, ainda com tempo de alcançar as revistas mensais. Começamos com a publicação da primeira nota anunciando o fato na coluna de Ancelmo Góis, e seguimos com outras notas contando peculiaridades do projeto. A primeira grande matéria - que ocupou duas páginas do Caderno B do “Jornal do Brasil”, sendo uma delas a capa - foi publicada um mês antes da inauguração do Espaço Di Cavalcanti.
A restauração e exibição ao público foi destaque em todos os jornais do Rio de Janeiro e São Paulo, além dos jornais de economia e sites diversos (femininos, de arte, de marketing, etc). O programa Starte, da Globonews, foi o primeiro de TV a exibir uma belíssima matéria, com entrevista do vice-presidente da Light à época.
Esquadrinhamos todas as possibilidades. Até mesmo na coluna de Esportes do Globo, os painéis foram citados, já que num deles havia uma menção ao clube Flamengo de Futebol. Na véspera do evento, exploramos as colunas locais dos jornais, que já haviam publicado em seus cadernos de Cultura.
O evento foi coberto por todas as emissoras de televisão, com muitas reprises no dia seguinte. O Bom Dia Brasil, da TV Globo, colocou no ar uma bela matéria no dia da inauguração do Espaço Di Cavalcanti. As colunas publicaram fotos do evento. O retorno de mídia foi mais de R$ 1 milhão, em valores da época. |

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